Esta pequena coleção de livros é um convite para que sejamos nós. Reúne momentos e postagens que a artista escreve ao sabor da primeira ideia que lhe vem à mente, ao começar ou terminar o dia. Sem planejamento burocrático, escrevendo poesia na carne, ela compreende o verso como arma e amor. Daí a sensibilidade para as emoções brutas que o divagar acelerado lapida — e não fora, sem propósito, eu ter comentado ser comida e oráculo o seu Poemário da Transmutação (2023), ainda que aqui a alquimia de sombras e engrenagens resulte fazer pensar temas mais sociais.
Cada livro, em tamanho A7, é preso por um grampo de cabelo; e os títulos de capa são:
nas trincheiras da arte, coxia da vidaProdução @linhasdecriacao
poesia — trincheira avançada
alerta de gatilho
nem sou poeta, nem aprendi o amor
orgasmo em paebiru // cidade inundada
da @feirasub para @feiramiolos
#publicacaoindependente
#dobrasdapoesia







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