17 de julho de 2010

Era uma vez, três adaptações de Ana Maria Machado

Dobras da Leitura recebeu...

O Califa Cegonha, de Wilhelm Hauff (1826), trad. Maria Lucia Machens, il. Cláudia Scatamacchia (Global, 2007). Da caixa daquele comerciante vestido com farrapos, saíam preciosidades: jóias, taças de ouro, lindos tapetes, pentes de madrepérola, tecidos finos... E aquela gavetinha, escondida lá fundo, guardava um pó mágico e instruções escrita em uma língua estranha! Esta narrativa instiga a imaginação criadora da criança e a transporta para as terras longínquas de Bagdá, recuperando o prazer de ler, ouvir e contar histórias.

Raminho de Alecrim, compilado por Andrew Lang (1897), trad. Luísa Baeta, il. Taciana V. Ottowitz (Global, 2008). Uma jovem, vencida pela curiosidade, provoca um verdadeiro desastre na vida de seu amado marido. Magoada com a falta cometida, sai à procura de ajuda para encontrá-lo e trazer de volta a vida que eles tinham. Auxiliada pelas forças da natureza — o Sol, a Lua, o vento —, ela enfrenta perigos e usa da esperteza para compensar seu erro. O alecrim, tempero perfumado muito usado na culinária mediterrânea, serve de mote a esse conto que passeou pelos sonhos de diversos povos.

Nicolão e Nicolinho, de Hans C. Andersen (1835), trad. Ana Maria Machado, il. Cláudia Scatamacchia (Global, 2008). Traduzido em mais de oitenta línguas, os contos de Hans Christian Andersen contêm sempre verdades universais sobre a natureza humana. Em um vilarejo se desenrola a história de dois homens que possuíam o mesmo nome e um trato: durante toda semana, Nicolinho emprestava seu cavalo e trabalhava no arado para Nicolão; no domingo, Nicolão emprestava seus quatro cavalos e ajudava Nicolinho... Mas, Nicolinho vai precisar de muita esperteza para virar o jogo, vencer as dificuldades e ver-se livre do cruel Nicolão.

[textos condensados a partir da quarta-de-capa e do catálogo on-line]

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