15 de junho de 2012

os três porquinhos

Temporada de Contos e Recontos, 1


Muito tempo antes de a história d’Os três porquinhos transformar-se em uma fábula eufórica rumo ao sonho americano, espécie animada de campanha contra a preguiça ou levar a vida na flauta, existia um conto, um conto inglês a respeito de três irmãos que se veem sozinhos no mundo... Coube ao folclorista Joseph Jacobs registrar uma das primeiras versões impressas desta narrativa popular, em 1890, inspirando-se em parlendas – ou nursery rhymes – das velhas nanas e avós de seu país.


Imagine uma família de porcos que, a cada ano, crescia mais e mais...
Viveriam felizes? Não. Diz o conto que, sem lugar para todos, coube à mãe dar sua benção e dispensar os filhos mais velhos, porta afora, floresta adentro, a fim de amadurecerem suas próprias experiências. O motivo original, preservado em bem poucas adaptações, apresenta-se na pequena edição de Os três porquinhos, no reconto de Roberto Piumini, com ilustrações de Nicoletta Costa e tradução de Daniela Bunn (Positivo, 2010).


Bia Villela é autora de uma simpática versão de Os três porquinhos (Paulinas, 2004) para leitores dos mais pequeninos. Antes mesmo de dizer “era uma vez”, o livro já nos leva por uma floresta distante, seguindo os passos do próprio lobo... Os três porquinhos são chamados Triângulo, Bolinha e Quadrado, e fizeram uma casa de papel, uma casa de pano e uma casa de tijolos. Com viva simplicidade, o texto enxuto, aí, cumpre a função de articular a narrativa às formas geométricas, cores, padrões e grafismos.

Por fim,
o livro de Nelson Cruz [... nas dobras do lobo]

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