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Primeiro o desenho. Aquele A feito o telhado de casa, o b é uma bota para calçar o pé, o C cheio de dentes para o verbo comer... Com o contorno próprio de cada letra, Weberson Santiago resgata a função original do ABC para crianças pequenas: ensinar a olhar ludicamente as formas gráficas da escrita. Simples como escorregar no escorregadoR ou manter o eQuilíbrio no alto de uma bicicleta! TIRAR DE LETRA #edicoessm (2014) #imagier #livroinformativo #webersonsantiago
Abacate, bananas, caqui, damasco, estrelas de carambola... Um abecedário poético jamais será rigoroso e Roseana Murray sabe que, antes das letras, virão sombra, cheiro, cor e açúcares escondidos numa palavra que amadurece a forma e o sabor. E inventa ela de encontrar fruta que ninguém conhece, xixá, apenas xixá para constar. E traz assaz uma flor para encerrar o olhar sobre as zínias... ABECEDÁRIO [POÉTICO] DE FRUTAS #editorarovelle (2013) #poesia #roseanamurray aquarelas #claudiasimoes
São 26 letras e um número impreciso de sons que elas representam, fazendo ruídos que mudam conforme a palavra... Silvana Tavano permite que as letras soltem o verbo, saltem as dificuldades da língua escrita, falem e apontem saídas numa atitude irreverente que não é comum nos abecedários para crianças, fazendo acontecer assim O ZUM ZUM ZUM DAS LETRAS #editoramoderna (2012) #literaturainfantojuvenil #fonetica #silvanatavano #gutolacaz
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15 de dezembro de 2015
17 de agosto de 2009
Roseana nas alturas

Roseana Murray
il. Mari Ines Piekas
Poemas de céu
Paulinas, 2009
ISBN 9788535623888
20 x 28 cm 24p.
Dizem que os poetas habitam o céu. Não sei... O que me dão por verdade é que, durante séculos, tiveram olhos para as estrelas e outros astros, fazendo versos sentimentais de toda métrica. Apenas um Manuel Bandeira, certo dia, teria decidido demissionar a lua de atribuições (e atribulações) românticas. No entanto, parece que nem todos estiveram de acordo para abandonar a mansidão escura e imensa da noite — e por lá ficaram muitos: como Roseana Murray.
Parece também que o céu tem funduras e Roseana continua pescando versos com a mesma linha com quê imaginou o cais de outros amores, desertos, jardins e madrugadas. Neste livro, o eu-lírico salta ao quintal do céu para colher uma estrela cadente — no entanto, numa insistente e curtida solidão como se fosse apenas possível o mergulho para dentro de si. Ora, direi efeito fazer soar na voz de poeta uma voz que adolesce, sentindo “essa coisa esquisita” que é como um pedaço faltando, um buraco negro dentro da alma... Assim, contrariando a própria ciência que lança sondas aos confins e encanta-se, nem mesmo o cosmos é percebido e explorado por um olhar poético que extravaga por espaços de belezas astronômicas e siderais.
Poemas de céu é uma coletânea que traz auroras, sinos de vento e prata, crepúsculo, via Láctea, sonho, arco-íris, força da gravidade, extraterrestres, constelações distantes, caminho de estrelas — tudo que atravessa e habita o céu, impondo unidade temática. Porém, a janela desses versos não é aberta unicamente para o leitor juvenil, como seria de suspeitar. Alguns poemas são destinados a crianças menores; embora poucos, são eles que deram o tom para o projeto gráfico e a ilustração de Mari Ines Piekas: sem mistério e didaticamente diagramado.

il. Mari Ines Piekas
Poemas de céu
Paulinas, 2009
ISBN 9788535623888
20 x 28 cm 24p.
Dizem que os poetas habitam o céu. Não sei... O que me dão por verdade é que, durante séculos, tiveram olhos para as estrelas e outros astros, fazendo versos sentimentais de toda métrica. Apenas um Manuel Bandeira, certo dia, teria decidido demissionar a lua de atribuições (e atribulações) românticas. No entanto, parece que nem todos estiveram de acordo para abandonar a mansidão escura e imensa da noite — e por lá ficaram muitos: como Roseana Murray.
Parece também que o céu tem funduras e Roseana continua pescando versos com a mesma linha com quê imaginou o cais de outros amores, desertos, jardins e madrugadas. Neste livro, o eu-lírico salta ao quintal do céu para colher uma estrela cadente — no entanto, numa insistente e curtida solidão como se fosse apenas possível o mergulho para dentro de si. Ora, direi efeito fazer soar na voz de poeta uma voz que adolesce, sentindo “essa coisa esquisita” que é como um pedaço faltando, um buraco negro dentro da alma... Assim, contrariando a própria ciência que lança sondas aos confins e encanta-se, nem mesmo o cosmos é percebido e explorado por um olhar poético que extravaga por espaços de belezas astronômicas e siderais.Poemas de céu é uma coletânea que traz auroras, sinos de vento e prata, crepúsculo, via Láctea, sonho, arco-íris, força da gravidade, extraterrestres, constelações distantes, caminho de estrelas — tudo que atravessa e habita o céu, impondo unidade temática. Porém, a janela desses versos não é aberta unicamente para o leitor juvenil, como seria de suspeitar. Alguns poemas são destinados a crianças menores; embora poucos, são eles que deram o tom para o projeto gráfico e a ilustração de Mari Ines Piekas: sem mistério e didaticamente diagramado.

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